Não há restrição para o plantio em propriedades reparadas

O professor da UFV Carlos Schaefer e sua equipe monitoram, desde 2015, o solo diretamente atingido pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG). Após quatro anos de pesquisas, que geraram resultados sobre a toxicidade do solo e a natureza do rejeito depositado, Schaefer afirma que não há razão para temor, nem limitações e riscos para plantio nas propriedades atingidas pelo rejeito. Para realizar os estudos, a equipe do professor monitora mais de 60 pontos, distribuídos entre a barragem de Fundão e a Usina Hidrelétrica Risoleta Neves (Candonga). Assista ao vídeo:


© Copyright 2019 Fundação Renova. Todos os direitos reservados | Política de Privacidade